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Aniversário de Itajubá - 19/03

Itajubá, Cidade fácil de ser amada!


História:

O povoamento de origem europeia da região de Itajubá começou em fins do século XVII, quando Borba Gato e outros bandeirantes descobriram ouro na região. O apetite dos bandeirantes por ouro, pedras preciosas e escravos índios levou à formação de diversos povoados no sul do atual estado de Minas Gerais. Entre os bandeirantes, estava Miguel Garcia Velho, fundador da primitiva Itajubá. Garcia Velho, durante a corrida às pedras preciosas, descobriu as Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá, hoje cidade e município de Delfim Moreira, núcleo inicial da atual cidade de Itajubá. O povoado chamou-se Soledade de Itajibá. Em 1703, nas imediações de Passa Quatro, Miguel seguiu pelos vales de Bocaina, afastando-se, pois, da rota já trilhada por outros exploradores, a qual ia dar no Rio Verde e em Baependi. Transpôs a Serra dos Marins e o Planalto do Capivari, no qual descobriu ouro em pequena quantidade. No Córrego Alegre e nas águas do Rio Tabuão, encontrou maiores indícios de ouro. Pretendia alcançar a Serra de Cubatão, mas a Mina do Itajibá foi a que mais o seduziu e onde permaneceu por mais tempo, dando início ao povoado.

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Mercado Municipal de Itajubá em 1860.

Fundação:

Na noite de 17 de março de 1819, reuniu o vigário, na Igreja Matriz, todos os fiéis que o seguiriam. Na manhã do dia seguinte, após a missa, a caravana rumou para as bandas do Rio Sapucaí. Eram os pioneiros da nova matriz, que marchavam com a missão de fundar a "nova Itajubá". No dia seguinte, rumando todos para o alto do Morro Ibitira, o vigário se deslumbrou com o que viu. Não era preciso prosseguir a viagem. O local onde estavam lhe parecera excelente para a fundação do novo povoado e a sede da freguesia. Ali, em meio à clareira aberta pelos desbravadores, foi construído um altar e o cruzeiro onde o padre Lourenço da Costa Moreira celebrou a primeira missa. Foi nesse altar erguido exatamente onde hoje se encontra a matriz da paróquia de Nossa Senhora da Soledade, que nasceu, em 19 de março de 1819, a atual cidade de Itajubá. Inicialmente, esta foi denominada Povoado de Boa Vista.

Em 1848, o povoado passou a vila, com o nome de Boa Vista de Itajubá. A partir daí, foi criado o município. Em 1911, o município já se chamava simplesmente Itajubá. Antes mesmo da abolição da escravatura em 1888, todos os fazendeiros da região libertaram, de comum acordo, os escravos da região.


Itajubá é conhecida no cenário nacional por sua contribuição ao desenvolvimento do país. Nela se instalou em 23 de novembro de 1913 a Escola de Engenharia que hoje se tornou a Universidade Federal de Itajubá. Grandes nomes saíram de suas tradicionais famílias, ou dos bancos da hoje UNIFEI, para servir o pais, como o Presidente da República Wenceslau Braz Pereira Gomes, o Vice Presidente da República Aureliano Chaves, vários Deputados Estaduais e Federais, entre eles, o ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, Theodomiro Santiago, Luiz Fernando de Azevedo, Euclides Cintra, Laudelino Augusto dos Santos, Ulysses Gomes e muitos outros. Vários são os ex-alunos da atual UNIFEI lembrados e também associados a Itajubá por várias razões, entre elas o sucesso profissional, a contribuição para o país ou envolvimento político.

Vital Brazil viveu sua primeira infância entre as cidades de Campanha e Itajubá, entre 1865 e 1872.[15]


                                                                                      


Itajubá-MG


Características Principais na economia de Itajubá:

O município possui cerca de 100.000 habitantes, e suas atividades econômicas principais são a agropecuária e a industrial, nas áreas de mecânica fina, eletromecânica, e aeronáutica, esta última representada pela Helibras, empresa fabricante de helicópteros.

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                                                          Itajubá nos dias de hoje 2022


Culinária Itajubense:

                      Uma das Gastronomias Itajubense é o famoso "PASTEL DE MILHO".

Uns chamam de Pastel de fubá, outros de pastel de angu. Para nós é pastel de milho. A receita é especial, itajubense , diferenciada. Tudo nele atrai: sua cor, formato de meia lua, o tamanho, a crosta sequinha e o sabor perfeitamente com o recheio de carne. É também patrimônio da Cidade. 

Como registrado nos levantamentos, não há como descobrir a origem exata para costumes populares. Não é diferente no caso do pastel de milho, mas segundo historiadores a iguaria surgiu a partir da expedição de 1819, quando 80 famílias deixaram Soledade (hoje Delfim Moreira) acompanhadas do padre Lourenço da Costa Moreira para fundar a vila que daria origem a Itajubá. Eles estavam em busca de novas áreas para plantio e pecuária, um lugar onde o relevo fosse menos acidentado e houvesse facilidade de ocupação e exploração.

Durante a expedição, os alimentos foram se tornando escassos e, com as longas caminhadas, restou farinha de milho e polvilho para alimentar toda a expedição. Os migrantes fizeram uso desses dois elementos para criar uma massa, algo semelhante à massa de pão, recheando-a com carne de caça e fritando-a em óleo de capivara.

Presença constante nas nossas cozinhas, nas quermesses e festas juninas, merece uma comemoração especial em Itajubá, todo mês de setembro , desde 2013, com a Festa do Pastel de Milho. 

Cujo o mesmo foi registrado como Patrimônio Imaterial em nossa cidade, Pelo Decreto Municipal nº 4283 de 14 de dezembro de 2010. 


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Pastel de Milho(imagem do site da Prefeitura de  Itajubá)

 

*Fontes: -Internet

-Livro: Guia do Patrimônio de Itajubá

-Site: Prefeitura de Itajubá*


















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